domingo, outubro 07, 2012

Resolvi ressuscitar isto. Espero que alguém, algures, de alguma forma, esteja com vontade. Porque eu estou (é sempre bom fazê-lo quando o mundo está prestes a acabar)!

sexta-feira, novembro 28, 2008

sábado, novembro 22, 2008

Ah, a Byblos!

A prenda de Natal neste ano horrível não poderia deixar de ser, logicamente, menos horrorosa. Indefinidamente, estou tecnicamente desempregado - embora na prática não o esteja (ui, uma situação muito complicada, esta)! Sim, a Byblos fechou mas ninguém recebe mais por isso...
Resta saber o que o futuro nos reserva, a mim e aos meus colegas - alguns deles à beira do desespero e da insanidade. Estou, por contrato, obrigado ao sigilismo (o que também tem algo de estranho em si: lembrei-me daquele ditado: "quem não deve não teme!") e não me é possível discorrer muito mais sobre este assunto, tanto por fadiga como por profunda tristeza. É estranho perceber que estava ligado a este projecto de um modo profundo, que implicava alma e um pouco de coração. É algo consolador saber também que existia tanta gente apaixonada por este projecto, gente essa que sentiu também a perda de algo que tinha pernas para andar e não o fez porque...
É engraçado perceber que fui deixado completamente só, à toa, mais uma vez. E sim, é mesmo demais!
Obrigado a todos os amigos que deram uma palavra de consolo e de auxílio. Há um pedaço de mim que está sempre convosco, pieguices à parte, e que precisa realmente de vós para fazer valer a pena viver.

Até já com abraços

sábado, agosto 16, 2008

Que eu fique ceguinho...


se este rapaz não é um grande, grande músico!

As férias perfeitas...























... seriam sempre bem longe daqui...

terça-feira, agosto 05, 2008

E foi-se assim mais um dia...

"Não te quero ver", dizias, não dizendo exactamente isto que é precisamente ir dar a isso. Restauro-me á varanda, lembrando-me de ti a apanhar sol nela. A recordação toca-me com dedos de sol, rastos de alegria. Esforço-me por afastar a noção que me apagas de ti, que te desvias. Afasto-me da varanda e aproximo-me do teu ouvido. Ouve-me. Um dia, digo-te, constrói comigo novas memórias.
Finta-se um destino. Dribla-se um desgosto com esgar sarcástico. Remata-se para o fundo da alma um bojardo de dor. Rasgam-se as redes da esperança. A vida é rídicula. Ao que parece, é no esvaziar do corpo e da alma que reside o truque. Segundo dizem, é falando alto e irritantemente que se espalha o fel no mundo: não é possível reter mais cá dentro. Tudo é difícil.
Tenho isto para ti, dizia. Ao fundo, a imagem de um filme que deu peça de teatro que deu magia.
Hoje é isto, é nada.

amanhã não

segunda-feira, julho 28, 2008

PORTO DE ABRIGO

"É esta a cidade que o destino
te reservou. Uma cidade de

gente dura cuja maior
extravagância é um vaso

de sardinheiras na janela
de um ou outro edifício.

Tinhas sonhado com uma
cidade branca mais a sul...

Esta cidade não é uma cida-
de é um vício."

de Jorge Sousa Braga
in PORTO DE ABRIGO

A simplicidade incrível como se definem coisas que sentimos e não conseguimos dizer. É bom encontrarem-se interlocutores da nossa alma colectiva!

quarta-feira, julho 16, 2008

o mundo á volta...

É oficial: estamos todos na merda. Nem sequer há lugar para fugir, a Europa e os Estados Unidos estão cercados. Resta-nos toda uma Ásia, um Médio Oriente ou uma Rússia como alternativa á crise. O mundo está irritado com o Ocidente e deverá ter as suas boas razões para isso. A mim irrita-me a crise!