sábado, novembro 26, 2005

Presidenciais

A actual campanha presidencial promete vir a tornar-se um marco histórico na jovem democracia portuguesa. Tal acontece não só devido à apresentação de um número elevado de candidatos ao prestigioso cargo, síntoma de vitalidade e participatividade democráticas, como pelo interesse inédito que os Portugueses por ela demonstram. É quase estranho ouvir-se falar nos transportes públicos. Muito mais é ouvir a discussão das inúmeras ideias apresentadas pelos diferentes candidatos.
Um dos notáveis portugueses a revelar interesse foi o profícuo, acutilante e enérgico cineasta Manoel de Oliveira. O cineasta afirmou publicamente a vontade em realizar um filme sobre a campanha presidencial. O guião ficará a cargo da habitual colaboradora, Agustina Bessa-Luís, (agora que foram afastados os rumores de envolvimento amoroso desta dupla criativa).
Oliveira surpreende ao afirmar que este trabalho irá revolucionar o cinema português. Segundo o cineasta, o filme será um prodígio de efeitos especiais, sendo os dois principais candidatos representados por actores digitalmente construídos. ?A ideia?, afirma Oliveira, ?é pôr Laurel e Hardy a representar Cavaco e Soares. Só ainda não decidi quem é quem?, afirmou ao IP.
Agustina afirma que: ?A ideia poderá passar pela representação de um drama, vindo da origem dos tempos, da batalha entre o Bem e o Mal. Teríamos, por exemplo, Cavaco lutando pelas forças do Bem e da Pureza, num silêncio iluminado contra o vil e maquiavélico bochechas?, afirmou.


-Uuppss, descobriram-me a careca!

2 comentários:

Anónimo disse...

que merda de comentário. perdão, post
zé luís

zé luís costa disse...

Bem, não sei quem escreveu o comentário acima, (nem qual a ideia de quem o escreveu) mas eu certamente não fui. Só para confirmar.