sábado, fevereiro 25, 2006

Fruta Fresca!

Alguma da fruta aqui presente não parece muito recomendável!

terça-feira, fevereiro 21, 2006

Que tipo de Marreta és tu?

You Are Rowlf the Dog

Mellow and serious, you enjoy time alone cultivating your talents.
You're a cool dog, and you always present a relaxed vibe.
A talented pianist, you can play almost anything - especially songs by Beethoven.
"My bark is worse than my bite, and my piano playing beats 'em both."


Quero saber qual é a vossa personalidade Marreta!

quinta-feira, fevereiro 09, 2006

Hábitos estranhos...

Acho que foi a Inês que me passou a batata-quente. Hábitos estranhos em mim? Hmmm...
Depois de vários dias de reflexão, porque isso de encontrar hábitos estranhos em mim não é fácil:
1. costumo reparar nas mãos das pessoas.
2. gosto de acabar a noite, quando saio, com um shotzinho de Stolychnaya.
3. costumo lavar os dentes enquanto tomo banho.
4. gosto de praticar a minha pontaria atirando papéis para os cestos, nos restaurantes ou nos decotes das minhas amigas (coisa que já não acontece há muito tempo).
5. como outras pessoas, gosto de ler mais do que um livro ao mesmo tempo.

Agora passo a batata-quente para:
ventilan
pipirilampo
Maria Cristina
Joana Mil-Homens

A tempo

Atempadamente expelindo o fumo do cigarro. Noto ainda a diferença de cor deste fumo, do azul acinzentado mais brilhante saído dos pulmões. Quero expelir atempadamente todo o fumo do meu corpo.
Apetece-me, a partir de agora, inspirar apenas o perfume do teu corpo.

terça-feira, fevereiro 07, 2006

A Primeira Festa Da Prima vera

As histórias da noite têm sido as fotos. As fotos que faço contigo do mundo. As palavras que se dizem, os gritos, os outros. Aquele todo outro pedaço do mundo que se assemelha a uma nóz. Qual será o sabor do seu recheio? Qual de nós melhor caberá nela?
Lembro-me das discussões a que assistimos, dos apelos por ajuda a que não assisti, daquelas em que participei, de quando tivemos medo juntos, quando se gostava, quando se sentia, de noite, a electricidade que existe em viver. Lembro-me que me acompanharam. Lembro-me sempre de todos.
A Primeira Festa da Primavera em Coimbra, na Rua das Républicas. Entrar num universo "underground" da alegre decadência, de se estar doído, de se estar bêbedo. O amor livre, a comida, o fumo, frenética presença. Estar-se abstraído de tudo porque de tudo se abstrai.
Os amigos a despejarem cerveja nos pobres senhores polícias. Aquela cabecinha ingénua e arruaceira até ao osso. Ingénua não. Sobrevivente. De alguma maneira.
A primeira festa que fizémos. Capitão Cólica e Sargento Muco Líquido, o rei dos "freaks" e o imperador da diversão. Um uníssono maravilhosamente envolvente. Nunca mais sentiria algo assim. Ou talvez não.
Os excessos. As conversas. As seduções. Por todo o lado.
Os barómetros desconcertados que sempre absorvi.
O trabalho que representa os momentos da vida, a facilidade em outros. O caminho ilusório da facilidade na felicidade.

segunda-feira, fevereiro 06, 2006

Estatuagem


Isto é o que me apetece fazer, muitas das vezes. Procurando sempre, é claro, ter muito cuidado com as paredes onde bato com a cabeça, é claro!






Só agora me recompûs da neve, branca. Mas ainda me custa um pouco a engolir... as derrotas!

domingo, janeiro 29, 2006

Cai neve!

Ontem perdeu o Benfica, hoje neva em lisboa... algo de estranho se passa no Cavaquistão!

sexta-feira, janeiro 27, 2006

Quizz these pleezze!


A minha música é o "Take On Me", dos AHA (1985). Vá lá que o videoclip me deixa, ainda hoje, deslumbrado. E vosotros? Deixem a vossa música por cá...

quinta-feira, janeiro 26, 2006

Memórias de antanho

Estive a ver uma pérola, ontem, na RTP Memória. Não assisti ao início do programa, que era apresentado pela Manuela Moura Guedes P.B. (pré-botox). Pelo que pareceu, era um programa de provocações. A personalidade convidada, e em grande destaque, era uma jovem e provocadora Zita Seabra. Os provocadores eram, assim de memória, Adolfo Luxúria Caníbal, Vera Lagoa, Paulo Portas, Herman José, Vasco Pulido Valente e um cromo qualquer da publicidade. Foi muito divertido. Muito mesmo.
Às provocações de Portas, então director d´O Independente, e de Vasco Valente, seu colaborador no mesmo pasquim, respondia uma crescentemente impaciente e guinchadora Zita. As provocações incidiam, como não podia deixar de ser, sobre a viragem-de-casaca de Zita, ao deixar o Partido Comunista para abraçar, com todo o seu ser, a Social Democracia.
Aquilo que ficou na memória desse programa, datado de 1993, foi mesmo o estado de graça e leveza de Herman José, e uma frase de Paulo Portas, em que este dizia, resumidamente, que tinha um horror congénito ao poder, e que se um amigo seu alguma vez tivesse poder, deixaria de ser seu amigo. Como as coisas mudam, pensava eu. E pensava também que, neste momento, o Paulo já não era muito seu amigo.
Palavras... são levadas pelo vento!

segunda-feira, janeiro 23, 2006

sexta-feira, janeiro 20, 2006

Mais coisas para o puto...

Há duas senhoras que vou apresentar, se tudo correr bem, ao meu "sobrinho". Apenas o farei quando o miúdo tiver idade suficiente para aquilatar do talento e outras capacidades das senhoras em questão. Fazendo um cálculo muito dilato, daqui a 12 anos irei levar a cabo o propósito que, de momento, ofereço.
As senhoras vão, na altura, ter 32 e 42 anos. Eu terei já idade para ter algum juízo... Caramba, que isto o tempo passa...


A senhora que irá ter 42 anos...


A menina que terá 32 anos...

e, como não poderia deixar de ser, esta senhora, que é bastante eterna...

Coisas para o puto...

Hoje estive com o meu recém-nascido "sobrinho" no colo. O cheirinho a bébé continuou-me nos braços durante algum tempo e, posso dizê-lo sem medo de fraquejar, a experiência comoveu, embora não ao ponto de dizer "quero ter um". Isto por duas razões, a primeira é, fria e racionalmente, não achar que o mundo seja um bom local para colocar quem quer que seja. Já quis, algo me fez, entretanto, mudar de ideias. Claro que não tenho dinheiro suficiente para sustentar mais uma pequenita pessoa. Depois, a segunda razão, somenos importante: a coisa não depende exclusivamente de mim. Não querendo entrar na questão da adopção ou outras possibilidades, mantendo-me exclusivamente na ideia da reprodução, da continuação física, todo este processo não depende única e exclusivamente de mim. Temos pena.
Mas que é uma sensação fantástica, lá isso é!

Depois da introdução, eis algumas das coisas que, certamente, o pequenito Álvaro irá ler quando tiver idade (ou vontade), ou simplesmente quando for a casa aqui do tio...


Os novos vingadores...

Mais vingadores, dos novos...

E os novos vingadores...

Embora sempre tenha preferido o Homem-Aranha!

segunda-feira, janeiro 16, 2006

CUTE!

Calhou ser o Pepe LePew... agora quero saber de vocês... já sabem como é, cliquem no link laranja

domingo, janeiro 15, 2006

Bem-vindo!

Já sou "tio"! Já nasceu, já nasceu. Nasceu hoje o pequenito Álvaro Serpa, pela matina, com peso normal. Com toda a vida pela frente, irá certamente fazer jus ao nome. Boa-sorte, miúdo.

sexta-feira, janeiro 13, 2006

Como diz a música...

Here´s the LOVE calculator, yeah yeah yeah!
Experimentem. Cliquem no link laranja!

Cresceu...

Ontem estive prestes a levar um estalo da vida, daqueles que nos acertam quando menos os esperamos, que doem onde menos queremos confessar que dói. Foi por pouco mas não me acertou. Apenas passou por mim com um touro enraivecido no olhar, com vontade de destruir, de sacrificar, de vingar alguma hipotética honra perdida, as tais injustiças também da vida.
Felizmente que a memória é fraca, que as pessoas a perdem na noite e no suceder vertiginoso de alguns dias.
Felizmente passo despercebido pela vida.

sábado, janeiro 07, 2006

Todo sentimento

"Prometo te querer
Até o amor cair
Doente, doente
Prefiro então partir
A tempo de poder
A gente se desvencilhar da gente
Depois de te perder
Te encontro, com certeza
Talvez num tempo da delicadeza
Onde não diremos nada
Nada aconteceu
Apenas seguirei, como encantado
Ao lado teu

Pretendo descobrir
No último momento
Um tempo que refaz o que desfez
Que recolhe todo sentimento
E bota no corpo uma outra vez."

Chico Buarque

segunda-feira, janeiro 02, 2006

Bom Ano!

Este ano só desejo um beijo!

quinta-feira, dezembro 29, 2005

Soltas

Devo-te isto, quanto muito: estás atrasada. Se vieres ainda hoje, não batas com a porta, como é teu jeito. Sei que não fazes por mal, que não estás furiosa com a vida.
Mesmo se ninguém estiver em casa, não batas com a porta. Eu iria sempre senti-lo.
Ao entrares, faz como se estivesses em casa.

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Se me encontrares deitado, deita-te a meu lado. Antes, porém, certifica-te de que não tens os pés gelados. Entra com cuidado na minha cama: estou quente e sou frágil. Ou estou frágil e sou quente.

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Não te vou querer por me quereres, não é assim. Mas já foi. Não te vou olhar de um modo especial porque me olhas de modo especial. Aprenderei a caminhar a teu lado se chegar a ocasião de caminhar a teu lado. Não para te acompanhar ou seguir. Os passos são como tijolos que se usam para construir algo. Eu só aqui estou a ver as vistas. A ver se olhas para mim.

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Quando acordares, não voltes a adormecer. Se adormeceres, não chames por mim.
Saí para comprar café para o teu pequeno-almoço.

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Sempre te senti a transbordar de uma arte sensual pelos poros sem saberes. Coisas que nunca percebeste por serem corriqueiras. A forma dos teus dedos ao segurarem uma chávena de café. A muito ténue maneira como a tua língua bate nos dentes da frente, naquilo que chamo "esse doce falar enrolado". O modo como pareces desenhar mentalmente as coisas para que olhas.
E enquanto reparava em tudo isso em ti, tirei um macaco do nariz.

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Ontem e Hoje
Ontem vi o gajo na televisão, a ser entrevistado. Hoje falei com ele. Muito simpático. Uma jóia de pessoa.

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Acordei hoje às quatro e dez da manhã, sem saber porquê.
Hoje de manhã disseram-me que essa tinha sido a hora do sismo.

terça-feira, dezembro 27, 2005

Ressaca...

Três consoadas depois, milhares de toneladas de açucar e trezentos quilos a mais depois, regresso lentamente à normalidade (ainda sob os efeitos de toda a lípidos, glucídos e outros idos). E tenho sono. Passei os dois dias pós-comemorações literalmente a cair para o lado.
Não me apetecia muito falar do Natal, das prendinhas, do conviviozinho e tudo mais. Acho que já li para aí uns 150 blogs que falam no mesmo. Achei, no entanto, que devia partilhar só um bocadinho do que foi. E da evolução que se tem dado. Com evolução quero dizer a gradual onda de ódio para com as quadras natalícias, para com a dose de consumismo que se apodera das pessoas, qual lenço vermelho agitado defronte a um touro enraivecido! E o pior é que ela continua depois do Natal... ao que parece, ele há muita gente a nascer nesta altura... Aiómen!